É verdade que a Bíblia foi mudada com o passar do tempo?
Resposta: Não. A Bíblia é o livro mais bem preservado de todos os livros da antigüidade. Embora a preservação da Bíblia seja um trabalho entregue aos homens, não podemos deixar de ver a mão de Deus atuando por sua providência, fazendo com que tenhamos em mãos a autêntica Palavra de Deus.
A Bíblia é inspirada por Deus (2 Tm 3.16-17). Por ser um livro inspirado por Deus, acerta sempre e tem sua veracidade comprovada em várias áreas do conhecimento humano. Embora a nossa declaração de que a Bíblia é vinda de Deus seja uma declaração de fé, as evidências bíblicas só podem ser explicadas pela inspiração divina. Como explicar as profecias? As verdades científicas previstas ou pressupostas na Bíblia? Como imaginar uma origem melhor para o universo do que a origem proposta na Bíblia?
A Bíblia foi bem conservada. Os críticos sempre caluniam a Bíblia dizendo que foi alterada no decorrer dos séculos. Esta acusação baseia-se em ignorância. A conservação da Bíblia, desde sua formação, esteve a cargo dos sacerdotes judaicos, e, depois, das igrejas cristãs espalhadas pelo mundo. Há dezenas de milhares de manuscritos bíblicos de comprovada antigüidade que mostram que a Bíblia é o livro mais bem conservado que veio da antigüidade até os nossos dias. Nela se cumprem as palavras de Jesus que disse que as suas palavras não passariam (Mc 13.31) e que a Escritura não falha (Jo 10.35).
A Bíblia está completa. Jesus aceitou a Bíblia Hebraica, dividida em três partes (Lc 24.44) que corresponde aos nossos 39 livros do Velho Testamento. Depois ele autorizou seus apóstolos a relatarem a verdade que o Espírito iria lhes transmitir (Jo 14.26; 16.12-13) que acabou produzindo os nossos 27 livros do Novo Testamento. Assim, nada falta em nossa Bíblia. Os chamados livros perdidos ou livros apócrifos, nunca fizeram parte da Bíblia Hebraica aprovada por Jesus e os que foram supostamente “impedidos” de entrar no Novo Testamento, na verdade, não foram escritos por apóstolos de Jesus. Portanto, nossos 66 livros bíblicos são tudo que devia constar na Bíblia, conforme Deus mandou seu Filho anunciar. As lendas de livros perdidos ou de outros evangelhos são sempre ligadas a falsificações ou heresias que se tentou produzir muito mais tarde, depois da morte dos apóstolos.
A Bíblia está bem traduzida. Jesus mandou seus discípulos pregarem a todas as nações, e portanto, eles teriam que traduzir a Bíblia nas línguas destas nações (Mt 28.18-20). De fato, a Bíblia é o livro mais traduzido do mundo. No Brasil, há traduções excelentes e, exceto no caso da tradução dos chamados “Testemunhas de Jeová”, as traduções da Bíblia são boas. A melhor versão para o estudo é Almeida, Revista e Atualizada, 2ª edição. A Nova Versão Internacional, NVI, também vem conquistando espaço como Bíblia para estudo, mas há muitas outras boas versões. Ninguém pode alegar que não dá para entender ou confiar nas traduções: em qualquer Bíblia dá para aprender o evangelho.
Provavelmente, você já ouviu frases como estas: “A Bíblia foi mudada com o passar dos séculos”; “Os papas e os sacerdotes de Roma mudaram toda a Bíblia. Os originais estão escondidos no Vaticano”; “Vários livros foram retirados da Bíblia”; “O problema com a Bíblia é que há muitas traduções”; “Há muitas Bíblias diferentes”.
Por trás de todas elas, há um só temor: que a mensagem de Deus, entregue no passado aos homens, tenha sido desfigurada e corrompida como tudo o que passa pela mão da humanidade. Há também a desconfiança do homem e da mulher comum, acostumados a ver manipulação da informação em muitas ocasiões, e imaginando que o mesmo poderia ter sido realizado com a Bíblia.
É verdade que a Bíblia foi mudada com o passar do tempo? A resposta é um retumbante e seguro “não”. A Bíblia é o livro mais bem preservado de todos os livros da antigüidade. Embora sua preservação tenha sido e ainda seja um trabalho humano, não podemos deixar de ver a mão de Deus guiando e cuidando de todo o processo, atuando por sua divina providência, fazendo com que cada geração cristã tenha, em mãos, a autêntica Palavra de Deus.
Quando alguém nos fala da Bíblia como tendo sido alterada, é importante perguntar em primeiro lugar, qual mudança o questionador tem em mente. Na minha experiência pessoal, quando me defronto com pessoas que têm esta dúvida e pergunto: “Qual mudança ou alteração você tem em mente?”, normalmente, a pessoa não pode citar nenhum caso específico. Fala de boatos contra o Vaticano ou contra os imperadores romanos. Alguns falam de “livros proibidos” ou de “livros retirados ou perdidos” da Bíblia. Mesmo nestes casos, todas as referências são vagas e incertas. Pouquíssimos tem algo concreto a perguntar.
Depois de perguntar, podemos responder conforme o nível de conhecimento e informação do inquiridor. Sempre devemos tratar com respeito a pessoa e sua pergunta, mas devemos tomar o cuidado de mostrar, acima de tudo, que geralmente estas questões contra a Bíblia são fruto da falta de conhecimento e familiaridade com a Escritura. Quem conhece e estuda a Bíblia adquire respeito e admiração por ela. Quem não a conhece ou só tem conhecimento dela de segunda mão, muitas vezes por meio da imprensa sensacionalista, acaba desconfiando dela ou julgando que está corrompida, como os próprios meios de comunicação que lhe passaram informações falsas.
Observaremos que a Bíblia afirma ser um livro inspirado por Deus e que foi bem conservado, desde sua formação até hoje.
A BÍBLIA É INSPIRADA POR DEUS
A Bíblia afirma ser inspirada por Deus. Isto pode não significar muito para quem não acredita nela, mas é uma afirmação importante, pois há poucos livros no mundo que afirmam ser inspirados por Deus. De fato, a maioria dos livros assume ser simples obra humana. O fato da Bíblia afirmar ser inspirada já a coloca numa categoria destacada perante outros livros. Logicamente, sua afirmação precisa ser verificada de alguma forma, assim como também examinamos todos os livros que se dizem divinos.
A declaração de inspiração, contudo, é explícita em muitos textos: 2 Timóteo 3.16-17 e 2 Pedro 1.20-21.
2 Timóteo 3.16-17
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”
2 Pedro 1.20-21
“sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; 21 porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.”
Estas afirmações de sua inspiração divina querem dizer que Deus estava por trás dos autores humanos, durante a redação dos livros individuais que compõem a Bíblia. A expressão chave de 2 Timóteo 3.16 é a frase “Toda Escritura é inspirada por Deus” é explicada por 2 Pedro 1.21 que diz que os autores humanos que escreveram a Bíblia, fizeram isto sob a influência e controle do Espírito Santo, de forma que o que eles falaram não era deles, mas de Deus.
Tal declaração bíblica elimina todo tipo de mal entendido sobre o significado da chamada “Inspiração da Bíblia”. O texto mostra que os homens falaram da parte de Deus, mas ainda como homens, ou seja, não era um processo de simples ditado ou de “psicografia”. O Espírito Santo, agindo nestes profetas, fez com que falassem a vontade de Deus usando as palavras e o estilo do próprio autor. O resultado é divino em verdade e origem, mas humano em formato.
A aceitação da Bíblia como livro inspirado por Deus é um ato e decisão de fé: isto quer dizer que não se aceita este ensino sem confiar em Deus. Contudo, a Escritura não apela para a irracionalidade ou superstição. As Sagradas Escrituras mostram as evidências de ser um livro inspirado por Deus. Quando estudamos a Bíblia à luz de certos ramos verdadeiros do conhecimento humano, percebemos, facilmente, a inspiração divina da Bíblia.
Se a Bíblia fosse um livro, “cheio de erros”, como dizem alguns, a afirmação de ser um livro inspirado por Deus estaria comprometida, pois, se um livro erra a todo instante, é obra humana e de pouco valor. Contudo, o que se observa é que a Bíblia é um livro “cheio de acertos” em todas as áreas do conhecimento humano: história, geografia, ciências biológicas, psicologia, etc. Embora a Bíblia não seja livro texto destas matérias, sua afirmações em cada uma destas áreas, sempre pode ser verificada como correta.
As profecias bíblicas, contudo, são uma das provas mais importantes a favor de sua inspiração. Só um livro escrito sob a direção de Deus, poderia prever detalhes da história e, sobretudo, da carreira de Jesus na terra, com tanta precisão e antecedência.
Estas “provas” da inspiração da Bíblia podem ser encontradas em muitos livros sobre a fé cristã[1]. O próximo capítulo deste livro trata um pouco desta questão. No momento, contudo, basta afirmar e lembrar que a Bíblia é inspirada por Deus e, portanto, precisaria chegar a nós bem conservada para que pudesse ser útil. E foi exatamente isto que aconteceu.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
È verdade que na bíblia há 4.100 contradições? Que não é um livro confiável?
É a mais pura Verdade.
E se procurardes mais contradições encontrareis.
Mas o que esperar de um livro que:
1- começou a ser escrito por Moisés em uma linguagem sacerdotal antiga (Pentateuco – os cinco primeiros livros da Bíblia); isto há quase CINCO MIL ANOS;
2- que depois foi destruído e preservado APENAS pela tradição oral do clero levita (clero este extremamente tendencioso, centralizador e hipócrita);
3- esses cinco primeiros livros foram recompostos séculos depois;
4- depois vieram vários outros escritores; cada qual em uma época, interpretando a sua maneira os fatos e escrevendo como puderam suas inspirações; em línguas que se modificavam; com costumes que se modificavam através dos séculos;
5- os livros que foram escritos, o foram em papiros ou pergaminhos, à mão, copiados à mão; outros foram sendo passados pelas gerações ao pé do ouvido; sempre sobre o controle dos cleros levitas e outros;
6- as cópias obedeciam às capacidades de cada escriba, a suas interpretações, principalmente quando alterava um dialeto, uma língua; vejam que muitas palavras não têm sentido preciso em outras línguas; isso é científico; muitas traduções são feitas por sentido aproximado;
7- tudo controlado pelos cleros; religiosos que SEMPRE se interessaram mais pelo poder e pelo dinheiro e proselitismo que pela Verdade;
8- os papiros e pergaminhos se esfarelavam e tinham que ser refeitos, copiados a mão, conservados, por clericalistas; a imprensa e os livros como hoje os conhecemos somente apareceu após o século XVI;
9- embora a linha mestra dos ensinos (o profetismo e a monoteísmo tenham se preservado) tudo mais foi mudando; algumas coisas acidentalmente; outras maliciosamente;
10- hoje não temos os originais de todos esses livros (pergaminhos e papiros); o que se tem são as traduções gregas de alguns livros e a vulgata latina (elaborada pelos exegetas católicos, nos quais não se pode confiar, pois seu intento sempre foi preservar seu clericalismo imposto por guerras, fogueiras e inquisições);
11- dizer que Deus dependa dessas fragilidades humanas relativas é BURRICE, é sujeitar Deus a nossas falhas humanas e nossas limitações; afinal Deus tem o profetismo, os Dons Divinos, que, quando a humanidade tiver MERECIMENTO, poderá servir de canudo para transmissão do saber Divino sem intermediários;
12- quem estudar a Bíblia verá que é um grande livro, mas cheio de falhas, omissões, contradições, mentiras interpostas pelos diversos clericalismos, tudo o intuito de manter parvos como discípulos que financiam a boa vida de cleros que se preservam através dos séculos; a maneira mais fácil de se enriquecer é fundar uma religião qualquer; discípulos não faltam nunca; tolos, totalmente manobráveis e facilmente convictos de quaisquer bobagens que se invente; atrás dos verdadeiros mestres sempre vêm os aproveitadores e seus fanáticos de plantão;
13- tenho mais de meia dúzia de Bíblias Judeu-cristãs em casa, uma antiga, de meu pai diz em Lucas: “... não virá com mostras exteriores, pois o reino dos céus está DENTRO DE VÓS”; outra diz: “... não virá com mostras exteriores, pois o reino dos céus está DENTRE VÓS”; ambas são tradução do Ferreira de Almeida (que considero a menos adulterada); e aí? São ensinamentos realmente distintos;
14- negar não resolve; quem quiser ser HONESTO CONSIGO MESMO será obrigado a perceber o significado, no Velho Testamento, da sentença: “Maldito o homem que confia no homem”.
fonte yahoo respostas
E se procurardes mais contradições encontrareis.
Mas o que esperar de um livro que:
1- começou a ser escrito por Moisés em uma linguagem sacerdotal antiga (Pentateuco – os cinco primeiros livros da Bíblia); isto há quase CINCO MIL ANOS;
2- que depois foi destruído e preservado APENAS pela tradição oral do clero levita (clero este extremamente tendencioso, centralizador e hipócrita);
3- esses cinco primeiros livros foram recompostos séculos depois;
4- depois vieram vários outros escritores; cada qual em uma época, interpretando a sua maneira os fatos e escrevendo como puderam suas inspirações; em línguas que se modificavam; com costumes que se modificavam através dos séculos;
5- os livros que foram escritos, o foram em papiros ou pergaminhos, à mão, copiados à mão; outros foram sendo passados pelas gerações ao pé do ouvido; sempre sobre o controle dos cleros levitas e outros;
6- as cópias obedeciam às capacidades de cada escriba, a suas interpretações, principalmente quando alterava um dialeto, uma língua; vejam que muitas palavras não têm sentido preciso em outras línguas; isso é científico; muitas traduções são feitas por sentido aproximado;
7- tudo controlado pelos cleros; religiosos que SEMPRE se interessaram mais pelo poder e pelo dinheiro e proselitismo que pela Verdade;
8- os papiros e pergaminhos se esfarelavam e tinham que ser refeitos, copiados a mão, conservados, por clericalistas; a imprensa e os livros como hoje os conhecemos somente apareceu após o século XVI;
9- embora a linha mestra dos ensinos (o profetismo e a monoteísmo tenham se preservado) tudo mais foi mudando; algumas coisas acidentalmente; outras maliciosamente;
10- hoje não temos os originais de todos esses livros (pergaminhos e papiros); o que se tem são as traduções gregas de alguns livros e a vulgata latina (elaborada pelos exegetas católicos, nos quais não se pode confiar, pois seu intento sempre foi preservar seu clericalismo imposto por guerras, fogueiras e inquisições);
11- dizer que Deus dependa dessas fragilidades humanas relativas é BURRICE, é sujeitar Deus a nossas falhas humanas e nossas limitações; afinal Deus tem o profetismo, os Dons Divinos, que, quando a humanidade tiver MERECIMENTO, poderá servir de canudo para transmissão do saber Divino sem intermediários;
12- quem estudar a Bíblia verá que é um grande livro, mas cheio de falhas, omissões, contradições, mentiras interpostas pelos diversos clericalismos, tudo o intuito de manter parvos como discípulos que financiam a boa vida de cleros que se preservam através dos séculos; a maneira mais fácil de se enriquecer é fundar uma religião qualquer; discípulos não faltam nunca; tolos, totalmente manobráveis e facilmente convictos de quaisquer bobagens que se invente; atrás dos verdadeiros mestres sempre vêm os aproveitadores e seus fanáticos de plantão;
13- tenho mais de meia dúzia de Bíblias Judeu-cristãs em casa, uma antiga, de meu pai diz em Lucas: “... não virá com mostras exteriores, pois o reino dos céus está DENTRO DE VÓS”; outra diz: “... não virá com mostras exteriores, pois o reino dos céus está DENTRE VÓS”; ambas são tradução do Ferreira de Almeida (que considero a menos adulterada); e aí? São ensinamentos realmente distintos;
14- negar não resolve; quem quiser ser HONESTO CONSIGO MESMO será obrigado a perceber o significado, no Velho Testamento, da sentença: “Maldito o homem que confia no homem”.
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